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Qual é o verdadeiro papel de uma rede social?

Depois da criação da Internet, eu acho que uma das maiores inovações foi a criação das redes sociais. Nessa década milhares de redes surgem e desaparecem a todo instante. Só as que demonstram alguma utilidade continuam na Internet.
O Orkut e o Facebook foram criados em 2004 e de lá para cá foram aprimorando seus aplicativos e atraindo mais usuários. O Twitter chegou como um microblog e já é uma das redes que mais cresce no mundo todo.
Hoje as redes sociais se transformarão em uma poderosa ferramenta de informação. O que aparentemente é de graça, na verdade, pode transformar seus criadores em bilionários da noite para o dia.
A cada minuto nós acessamos a nossa página no Orkut, Facebook, Sônico, Twitter e colocamos informações que para muitas empresas servem para compreender o nosso comportamento e oferecer seus produtos e serviços de forma personalizada.
Na minha opinião, não há como definir um papel para uma rede social. De alguma forma todas prestam serviços de utilidade pública e comercial porque somos nós que criamos e gerenciamos as informações.
Em nenhuma outra época, nós temos a liberdade de expressar nossos pensamentos, de concordar com os outros, de protestar contra governos, empresas.
O verdadeiro papel de uma rede social é criar condições para os seus usuários fazerem o que bem entendem. Mas como tudo na vida, dentro de certos limites que não nos prejudiquem. Sem esquecer que estamos entre os maiores usuários do Orkut e do Twitter e o mundo quer saber o que pensamos.

Networking

Depois da criação da Internet, eu acho que uma das maiores inovações foi a criação das redes sociais. Nessa década milhares de redes surgem e desaparecem a todo instante. Só as que demonstram alguma utilidade continuam na Internet.

O Orkut e o Facebook foram criados em 2004 e de lá para cá foram aprimorando seus aplicativos e atraindo mais usuários. O Twitter chegou como um microblog e já é uma das redes que mais cresce no mundo todo.

Hoje as redes sociais se transformarão em uma poderosa ferramenta de informação. O que aparentemente é de graça, na verdade, pode transformar seus criadores em bilionários da noite para o dia.

A cada minuto nós acessamos a nossa página no Orkut, Facebook, Sônico, Twitter e colocamos informações que para muitas empresas servem para compreender o nosso comportamento e oferecer seus produtos e serviços de forma personalizada.

Na minha opinião, não há como definir um papel para uma rede social. De alguma forma todas prestam serviços de utilidade pública e comercial porque somos nós que criamos e gerenciamos as informações.

Em nenhuma outra época, nós temos a liberdade de expressar nossos pensamentos, de concordar com os outros, de protestar contra governos, empresas.

O verdadeiro papel de uma rede social é criar condições para os seus usuários fazerem o que bem entendem. Mas como tudo na vida, dentro de certos limites que não nos prejudiquem. Sem esquecer que estamos entre os maiores usuários do Orkut e do Twitter e o mundo quer saber o que pensamos.

Eu tuíto, tu tuítas, ele tuíta…

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.
Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso.
De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.
Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.
Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus.
Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?
Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.
Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o TwittTwitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.
Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso.
De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.
Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.
Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus.
Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?
Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.

Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o Twitter.

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro! Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.

Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso. De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.

Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.

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Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus. Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?

Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.

Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o Twitter.

Foto por foto

As agências de publicidade têm tentado emplacar vídeos virais pela internet para divulgar seus clientes. Muito se fala sobre certas fórmulas para fazê-los rodar por e-mails, blogs e realmente se perpetuar de forma espontânea. Apesar de alguns sucessos da publicidade, é sempre bom encontrar algo realmente autêntico, um viral que não vende nenhum produto e fica conhecido apenas por seu conteúdo e criatividade.

Este vídeo, conhecido como “Wolf loves Pig“, foi produzido com 1300 fotos impressas e re-fotografadas em forma de Stop Motion. Um belo exemplo de criatividade e trabalho que foram recompensados pelo grande número de visitantes que viram o vídeo e elogiaram seu autor.

Viver é documentar

Obama Baile

O grande acontecimento da semana foi a posse de Barack Obama, retratado em todos os jornais, revistas, canais de TV, rádio, portais de internet e principalmente em muitos e muitos sites pessoais e de relacionamento. A foto acima mostra o novo presidente e sua esposa dançando no Baile da Juventude enquanto milhares de jovens guardam este momento em suas máquinas fotográficas ou em celulares com máquina fotográfica.

Cada uma destas pessoas é um potencial meio de transmissão desta notícia para toda sua rede, postando suas fotos  em sites como Flickr, Orkut, MySpace ou escrevendo sobre isso em seu blog, Twitter ou outra mídia social que seja. Se antes era necessário esperar o jornal do dia seguinte, hoje o conteúdo é gerado no momento da notícia e retransmitido por toda a internet.

Todo esse User Generated Content pode ser acessado facilmente em qualquer lugar do mundo e tem incomodado os profissionais da notícia e os que não estão acostumados com o conteúdo digital. Se fala muito que os jovens estão se preocupando mais em documentar o que fazem do que em viver propriamente o que acontece.

Falta a compreensão de que o digital não é uma ferramenta, é uma linguagem. A midia tradicional está correndo atrás e os profissionais estão tendo de se adaptar rapidamente. Afinal se Obama é o presidente do futuro e está no poder, teve antes muito apoio tanto de propaganda em mídia tradicional quanto dos novos meios. Você pode conferir como foi essa campanha inovadora aqui e ainda conferir fotos fresquinhas de Obama logo quando são postadas no Flickr aqui.

Obama Baile

Obama Baile

Para onde vai a Web?

A internet ainda é um assunto de muita discussão e investimento no cenário empresarial e econômico. Ao mesmo tempo em que trouxe avanços, também proporcionou o enxugamento dos focos de trabalho e tornou-se uma coqueluche para o mercado. Os profissionais de ponta estão investindo cada vez mais em novos cursos, mas ao mesmo tempo apostam na carreira fora do Brasil para conquistar novos desafios, além de um retorno financeiro que ainda não é possível por aqui. Mas ainda há muito bons profissionais no mercado brasileiro. Resta saber: por onde andam esses profissionais de internet e o que têm feito? Para esta matéria entrevistamos Edivaldo Rodrigues Braz, desenvolvedor de flash e profissional que já passou por diversas agências de publicidade.

Blog: Qual a origem do seu trabalho? Como começo nessa área?

Ed: Quando começaram as operações da internet comercial no Brasil, em 1996-97, descobri que era com aquilo que gostaria de trabalhar, mesmo sem saber exatamente fazendo o quê. Já trabalhava com suporte e treinamento em informática e a possibilidade de “conhecer o mundo” de maneira virtual me atraiu de imediato. Em 1997 comecei a trabalhar em uma ONG – a Fundação Abrinq – em um programa que lidava com o tema do trabalho infantil (Programa Empresa Amiga da Criança). Dentre as principais atividades que tinha de desenvolver estava a atualização do site do Programa. Esta época me serviu de aprendizado para conhecer melhor este meio de comunicação que estava começando a se formar e as suas relações com os novos “internautas”, conhecer as principais tecnologias utilizadas e ver o web design em seu início. Em plena ebulição da internet no Brasil, em 2000, saí da Fundação Abrinq e comecei a trabalhar na CollectiveMind, que era a produtora web da JW Thompson. Desde então, acabei passando por outras agências de publicidade e produtoras web, nesta ordem: Leo Burnett, Grey Interactive, Tribo Interactive, EuroRSCG 4D e atualmente trabalho no Studio Tesla. Dentre alguns dos principais clientes atendidos desde 2000, posso citar: Ford, Fiat, Unilever, Mercedes-Benz, Samsung, Nestlé, Johnson & Johnson, Nokia, Intel, TIM, Peugeot, Kaiser e Nivea.

Blog: Quais técnicas você utiliza no seu trabalho?

Ed: Desenvolvimento Flash (programação actionscript), programação HTML, dHTML, Javascript, CSS, PHP, XML, integração de interfaces com bancos de dados, tratamento de imagens e animação vetorial.

Blog: O seu estilo carrega alguma proposta?

Ed: Procuro desenvolver soluções que sejam atrativas, porém com a preocupação da usabilidade. Já passamos da fase inicial dos sites feito por programadores, que eram muito feios, e também da fase do início do Flash, quando eram comuns sites muito pesados e lentos para carregar, com animações pirotécnicas e trilhas sonoras exageradas, que não ajudavam na comunicação com o usuário. Com a atual web 2.0, temos agora a fase da colaboração e maior interação dos usuários com os sites de serviços on-line. A minha proposta é desenvolver soluções que explorem estes conceitos.

Blog: Como você definiria o trabalho do Web Designer hoje? Com que tipo de trabalho se identifica mais?

Ed: É um profissional que, além das referências de criação, deve conhecer bem o meio para o qual vai criar e desenvolver soluções. Porque a internet hoje pode ser acessada dos mais diversos aparelhos: computador, celular, palmtops, vídeo-game, e que abrange as mais diferentes linguagens: vídeo, música, fotografia e animação, e além disso, também oferece experiências variadas para o usuário, como jogos interativos, arquivos para download, serviços de consulta de mapas, operações bancárias, etc. Gosto bastante de desenvolver jogos, simuladores e animações que permitam uma maior interação do usuário.

Blog: Como você vê o trabalho dos Web Designers hoje? Tanto de quem está começando como de quem já está na estrada há algum tempo?

Ed: O mercado atual está mais estável e voltou a oferecer boas oportunidades de trabalho, depois de passada a euforia dos primeiros anos da internet no Brasil. Sempre há espaço para bons web designers e profissionais de tecnologia web, pois são difíceis de encontrar por serem altamente qualificados. Nas grandes agências de publicidade e produtoras web estão as principais vagas. Uma tendência dos últimos anos é a saída dos profissionais brasileiros mais experientes para o exterior. Europa e Estados Unidos são os principais destinos.

Blog: Qual a sua expectativa para a profissão dos Web Designers no Brasil?

Ed: Tente a se expandir para outros meios, como: TV interativa, vídeos-game, dispositivos portáteis. É importante este profissional estar “antenado” com as novidades tecnológicas, porque sua área de atuação tente a aumentar e ele precisa conhecer o meio para o qual vai produzir conteúdo.