Posted in Publicidade on 05/31/2010 01:31 am by Renata | Volponi
Nós até que tentamos nos abster de fazer um post sobre a “chuva de Twix”, afinal, aparentemente, toda a web já estava sabendo e já tinha publicado a informação.
De qualquer forma, vamos contextualizar: criaram um personagem, uma história, uma expectativa e uma promessa, de “chover chocolate” na Paulista, domingo, 12h30.
Quando prometeram uma chuva de Twix, parecia clara (e óbvia) a informação de iria chover twix. A idéia animou os dispostos e hoje, para surpresa geral da nação, choveu meia dúzia de chocolate e muito papelzinho. Resultado: os trending topics do twitter “bombou” com a hashtag de #fail e já temos sites como o Porra Twix, uma espécie de clipping sobre a ação.
No site oficial, agradeceram a parte que deu certo e se desculparam pela quantidade de gente acima do previsto.
Me pergunto: será que não daria para prever isso? Quando um assunto ocupa os trending topics do twitter, por exemplo, dá para achar que 10 mil chocolates serão suficientes? Faltou brincar um pouquinho, durante o planejamento de “e se”, de tentar prever variáveis para a situação. Além disso, quando o assunto ganha essa proporção, valia correr o risco de pecar pelo excesso, ou não? Me parece bastante exagerado ver gente com baldes (me pergunto, tá faltando R$ 0,50 no mundo ou a idéia era fazer uma barraquinha depois?), da mesma forma que me parece exagerado falar que nunca mais vão comprar twix (embora tenha sido engraçado imaginar as pessoas gritando “chokito!”), mas uma ação dessas não é apenas uma “puta falta de sacanagem” ou uma “puta falta de twix”. É uma puta oportunidade desperdiçada.
Posted in Ilustração on 05/28/2010 08:57 pm by Renata | Volponi
Até pensamos em falar sobre a chuva de chocolate, mas de sexta-feira o pudor dá uma diminuida, todo mundo quer, de alguma forma, extravazar a semana e cria alguma expectativa afetiva sobre o que pode surgir nos próximos dias.
Pegando carona nesses infográficos modernos cheios de informação, resolvemos compartilhar esse sobre infidelidade.
Como você encara a questão da infidelidade (já parou para filosofar na diferença entre fidelidade e lealdade, por exemplo?), já é outra história. Mas apimentando o post (e a sexta-feira), vamos publicar um link não recomendado para aqueles que vêem inocência nos desenhos animados – se é que isto é possível, afinal, tive que reformular meus conceitos depois que descobri que o popeye era viciado.
O site que indicamos na segunda-feira, o lista.org, disponibilizou as 10 sextapes dos personagens dos desenhos que cairam na internet. Encabeçando o ranking está o casal mais amarelo do mundo, Homer e Marge Simpson. Não sabemos se há algo mais a dizer depois desse link, mas não venha dizer que foi falta de aviso.
No domingo a Folha lançou seu novo formato e esse post pretende circular o assunto para depois aplaudi-lo.
Já podemos falar que somos do século passado, que conhecemos a máquina de escrever como ferramenta de trabalho antes de se tornar acessório vintage, que o nosso primeiro computador tinha disquete e isso era um must, que o acesso a internet era lento, limitado e discado. O que testemunhamos hoje não é, nem de longe, a consolidação de um novo formato. Todo esse avanço tecnológico que reflete na nossa comunicação me parece apenas a ponta de um iceberg. Até estranho que apareçam tantos especialistas em redes sociais. Qual o critério? Me parece que estamos cometendo um erro conceitual. Não podemos ser especialistas de algo tão novo (é, novo). Somos entusiastas.
Há algum tempo o Estadão lançou a campanha, linda, questionando qual o valor do conhecimento. Para quem tem um pouco mais do que o tico e o teco, isso já era suficiente para filosofar. Agora a Folha também se atualizou, não só por mudar, ainda que de leve, sua diagramação, mas por sincronizar (até o fechamento da edição impressa, pelo menos) o conteúdo do jornal impresso com seu site, por incluir ferramentas que facilitam o compartilhamento, o próprio processo de atualização e ainda trazer de brinde novidades como um cartunista de 14 anos.
Não quero fazer um post de puxa-saquismo, mas para quem seleciona todas as noites, por anos, para estudar a comunicação, esse editorial que discorre sobre as 07 vidas do jornalismo e a maior abertura para que as pessoas expressem suas opiniões, não pode ser apenas uma estratégia de sobrevivência ao novo formato de as pessoas se informarem. Isso é, em menor ou maior grau, uma revolução. Vai me dizer que não é “nada de mais” o Hugo Chavéz, por exemplo, ter twitter e blog?
Posted in Sem categoria, Vídeo on 05/24/2010 01:30 am by Renata | Volponi
Acho que sempre gostei de listas, rankings e TOP 5, e isso se reafirmou quando assisti Alta Fidelidade pela primeira vez (de muitas). Exemplos de listas tem aos baldes, mas, além do filme, me lembrei agora do Top Top da MTV, talvez um dos poucos programas da MTV que passam pelo filtro de tolerância da minha faixa etária, e o Top 5 do CQC, que dispensa apresentações (e vou dispensar o uso de adjetivos também).
Hoje me deparei com uma surpresa boa vinda da (para aumentar MESMO a surpresa) revista Veja: uma relação de top 10 “coisas”. Os assuntos são os mais variados, mas para exemplificar selecionei um que combinaria mais com o blog: os 10 virais que mais alavancaram marcas ou pessoas.
A lista é vasta, tem Ray Ban, tem Ronaldinho, e tem também a campanha do Barack Obama, a famosa “Yes We Can”. Essa última compartilho aqui, as demais deixo para vocês verem diretamente no link conforme a conveniência.
Pra finalizar, um outro link muito bacana: lista10.org, um site “só″ com listas que, acredite, é “tudo”.
Posted in Internet, Tendências on 05/21/2010 08:55 pm by Renata | Volponi
A Lady Gaga não para de se multiplicar (e ser multiplicada) e, aparentemente, não temos como interromper isso. Mas quem achava que essa era a versão mais legal que já fizeram de suas músicas se surpreendeu com esse menino fofo e pianista que fez uma versão de “Paparazzi” numa apresentação da 6ª série da escola.
Greyson Chance com sua apresentação profunda e delicada já passou até o momento deste post a barreira de 19 milhões de acessos em menos de 4 semanas. Resultado de tudo isso? Só para começar, ele já participou do programa da Ellen De Generes e recebeu elogios da própria Lady Gaga ao vivo por telefone.
O menino entra na safra de artistas que surgiram na internet e alcançaram o mundo em um piscar de cliques. No Brasil, os maiores exemplos ainda ficam por conta do CSS – Cansei de Ser Sexy , que sairam da web direto para festivais europeus e capas da NME, e de Mallu Magalhães, que teve mais de 250 mil acessos no Myspace e ainda causou polêmica quando assumiu o namoro com o ex-Los Hermanos Marcelo Camelo.
À julgar pela cara de encantamento da platéia conforme Greyson se apresenta, só nos resta sugerir que Justin Bieber tome cuidado. E ainda tem quem ache que é o Faustão quem lança os novos ídolos…
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Em tempo:
1) O quanto a nossa produtividade foi comprometida pelo joguinho a la Pacman que o Google colocou em sua home hoje?