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Archive for março, 2010

Qual é a dos flashmobs?

Eu descobri os flashmobs com o “Life’s for Sharing” da T-Mobile e, confesso, gostei muito. O mais recente que vi foi o do lançamento da coleção de roupas teen da H&M, feito em São Francisco, EUA:

O quanto eu gostei dos dois acima é inversamente proporcional aos dois abaixo. Um é do supermercado Oba Hortifruti, que resolveu fazer uma homenagem aos seus clientes. O outro, da companhia aérea TAP, que resolveu homenagear o aniversário de SP:

Ter visto alguns flashmobs na internet não me torna, nem de longe, uma especialista no assunto, mas dá para sacar algumas características mínimas e fundamentais para que o flashmob tenha um resultado legal e não seja um fiasco artístico. Talvez a grande sacada de um bom flashmob seja a edição, capaz de transformar a experiência em algo emocionante e não dar apenas a sensação de uma câmera que estava lá e flagrou um movimento.

Todos os exemplos acima, com certeza, foram ensaiados muitas vezes, mas quando se trata de uma ação comercial, a sincronia tem que ser de só… 100%. Um segundo entre um movimento e outro podem tirar todo o efeito visual e dar um ar de amadorismo. Outro fator não menos importante são as caracterizações. Ainda que a idéia inicial seja enganar que as pessoas envolvidas são “pessoas comuns”, é preciso pensar numa harmonia no figurino, algo que dê uma liga ao grupo, quando este se apresentar.

Não achei na internet nenhuma matéria que mensure a eficácia dos flashmobs – na verdade, é mais fácil achar pessoas que republicaram algum, elogiando ou recriminando, mas se por um lado existe o poder de surpreender e emocionar pessoas, por outro existe o risco de uma ação ridícula, e isso deve ser muito bem pensado, antes de virar moda ou tendência.

Saiba como foi o workshop com Dede Sendyk

Antes de compartilhar várias novidades do mundo virtual e entrar no assunto das redes sociais, Dedé Sendyk contou histórias sobre a formação da rede, citou números do crescimento de acesso no mundo todo, falou sobre comportamento, o poder do Google, seus investimentos e as ondas que aparecem e somem nesse mar de oportunidade que é a rede, tudo isso para situar os participantes – cerca de 40 pessoas, entre clientes, jornalistas e amigos da EVA Comunicação.

Dedé fez menção ao conceito Cauda Longa (tem mais aqui) e proporcionou um mergulho nas redes sociais, brincando com o tema “Marolinha ou tsunami?”. Para Dedé Sendyk, tudo pode ser moda, uma onda que passa, marolinha. Mas, ao reunir relevância, criatividade, visibilidade, entre outros ingredientes, pode virar um tsunami, como os exemplos citados: a campanha para eleição de Barack Obama na rede, a campanha internet 2.0 da Tecnisa, cujo case completo pode ser baixado na própria rede e sua campanha favorita em redes sociais, para inauguração da loja IKEA na cidade sueca de Malmö, que combinou, de maneira muito eficiente, o espírito do viral a ferramentas típicas das redes sociais.

Para Dedé, um dos exemplos mais práticos e impressionantes do poder do Google (tanto no celular quando na internet) como ferramenta de mídia foi a pesquisa em tempo real, pela web ou via mobile, dos termos “dede sendyk eva marolinha”. Os resultados apresentados são precisos, exatos e pontuais.

O auge do workshop foi quando Vinicius Esteves – especialista na área de mobile, com experiência de mais de 10 anos – apresentou o tooio.com, o novo aplicativo de rede social baseado em geolocalização por telefones celulares. Um aplicativo inovador, com lançamento regional (América Latina) marcado para abril, o tooio.com permite, entre outras coisas, que o usuário visualize quem e o que está mais próximo dele, além de recomendações de outros usuários, descontos de lojas, impressões sobre lugares e – o mais importante – que ele interaja com outras pessoas que estejam em sua mesma localização.

Os usuários de iPhone presentes no workshop baixaram o aplicativo free na hora e já começaram a usar. Agora, somente o tempo nos dirá se esse novo Tooio será mais uma marolinha ou um verdadeiro tsunami. Outros participantes correram a registrar ou linkar seus perfis no Twitter e Facebook, entrando na onda. Vamos acompanhar…

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As idéias mais simples são sempre as melhores.

Alguns anos atrás, nós tivemos que aprender a usar a energia elétrica por causa do racionamento. Trocamos lâmpadas e eletrodomésticos por outros melhores e mais econômicos, não deixamos luzes acesas sem necessidade.

Só quando nos deparamos com uma situação de emergência é que tomamos consciência de que precisamos mudar nossos hábitos.

O Aquecimento Global é um assunto que todos sabem, muitos discutem e poucos fazem alguma coisa para evitar que o clima nosso Planeta fique ainda pior. Entre os que fazem alguma coisa está a Rede WWF com idéia que parece “simplória”, mas de grande impacto.

Neste sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Este ano, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda melhor. Existem diversas formas de participação. A primeira delas é se cadastrar e informar os dados necessários. Para isto, acesse http://www.horadoplaneta.org.br/.

O cadastro dos participantes é a principal maneira para avaliar quantas pessoas apagaram as luzes. A nossa participação será somada com os de outros países, formando uma grande corrente pelo futuro do planeta. Os nomes das empresas cadastradas vão aparecer na página Quem Já Aderiu no site da Hora do Planeta.

O próximo passo é divulgar para o maior número possível de pessoas. Convide familiares, amigos, colegas e membros da sua comunidade para participarem também. Utilize as mídias sociais, como Orkut, Twitter, Youtube e Facebook.

O melhor programa para sábado à noite é jantar a luz de velas, olhar as estrelas (se o tempo não estiver nublado). Uma hora sem energia elétrica é pouco para nós, mas muito para um planeta com mais de 6 bilhões de habitantes. Vamos apagar por 60 minutos!

Acompanhe e comente o workshop sobre o “universo virtual, suas influências e mercado” aqui na Revista Quintal dia 26 de março.

Dede Sendyk, especialista em mídia digital, apresenta no próximo dia 26 de março o workshop “Redes sociais: Marolinha ou Tsunami?”, em São Paulo. O evento tem como principal colocar em discussão o fenômeno virtual das redes sociais e será transmitido pela Revista Quintal.

“Redes sociais: Marolinha ou Tsunami?”

O mundo virtual nunca foi tão portátil. Uma nova comunidade, numerosa e peculiar, se conecta a redes e aplicativos cada vez mais envolventes. Nunca a vida social foi tão permeada pela esfera virtual.

Que onda é essa? Como ela está influenciando a vida das pessoas? O que tanto as pessoas fazem quando conectadas? O que elas buscam, do que elas gostam? Quais as apostas do mercado para este oceano de oportunidades?

Com o objetivo de oferecer aos participantes um ambiente propício para a criação de estratégias digitais, estas e outras provocações são lançadas através de casos reais, dados de mercado e atividade prática.

Biografia

Dede Sendyk é especialista em Mídia Digital desde 1996. Pioneira na Internet e Mobile Media, esteve a cargo de vários projetos, entre eles a operação de conteúdo da StarMedia Network e a direção geral do site GuruWeb.

Fez parte da equipe do primeiro lançamento de serviços SMS e ringtones na América Latina.

Antes da internet, atuou como gerente de marketing, redatora, publisher e produtora cultural.

Atualmente atua como diretora de mídia para a América Latina na Celltick, empresa israelense que desenvolve e gerencia o LiveScreen, tecnologia exclusiva de envio de mensagens a telas ociosas de celulares.

Para a criançada

O Reserva Cultural criou uma programação especial de cinema para pais e filhos nos finais de semana, na qual eles vão juntos, mas cada um tem sua sala. Explico: são filmes simultâneos para pais e filhos, seguidos de recreação com contadores de história. Imagino que para pais modernos esta seja uma possibilidade das boas de conciliar o momento família com cinema e cultura. A dica veio daqui.

Pensando ainda sobre “as crianças de hoje”, me convenço cada vez mais de como a “nossa” infância foi diferente da atual, tanto que a Fisher-Price lançou alguns aplicativos para iPhone para crianças de 02 a 05 anos de idade. Li isso com cara de “O QUE?”, mas aparentemente isso é mais tendência do que eu poderia subestimar.

Vale lembrar, contudo, que por mais surreal, fascinante ou interessante
que seja o fato das crianças nascerem digitalizadas, isso não passa sem
efeitos: a Inglaterra, por exemplo, já tem uma clínica para tratar crianças
e adolescentes viciados em… tecnologia
.