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Archive for janeiro, 2010

Qual é o verdadeiro papel de uma rede social?

Depois da criação da Internet, eu acho que uma das maiores inovações foi a criação das redes sociais. Nessa década milhares de redes surgem e desaparecem a todo instante. Só as que demonstram alguma utilidade continuam na Internet.
O Orkut e o Facebook foram criados em 2004 e de lá para cá foram aprimorando seus aplicativos e atraindo mais usuários. O Twitter chegou como um microblog e já é uma das redes que mais cresce no mundo todo.
Hoje as redes sociais se transformarão em uma poderosa ferramenta de informação. O que aparentemente é de graça, na verdade, pode transformar seus criadores em bilionários da noite para o dia.
A cada minuto nós acessamos a nossa página no Orkut, Facebook, Sônico, Twitter e colocamos informações que para muitas empresas servem para compreender o nosso comportamento e oferecer seus produtos e serviços de forma personalizada.
Na minha opinião, não há como definir um papel para uma rede social. De alguma forma todas prestam serviços de utilidade pública e comercial porque somos nós que criamos e gerenciamos as informações.
Em nenhuma outra época, nós temos a liberdade de expressar nossos pensamentos, de concordar com os outros, de protestar contra governos, empresas.
O verdadeiro papel de uma rede social é criar condições para os seus usuários fazerem o que bem entendem. Mas como tudo na vida, dentro de certos limites que não nos prejudiquem. Sem esquecer que estamos entre os maiores usuários do Orkut e do Twitter e o mundo quer saber o que pensamos.

Networking

Depois da criação da Internet, eu acho que uma das maiores inovações foi a criação das redes sociais. Nessa década milhares de redes surgem e desaparecem a todo instante. Só as que demonstram alguma utilidade continuam na Internet.

O Orkut e o Facebook foram criados em 2004 e de lá para cá foram aprimorando seus aplicativos e atraindo mais usuários. O Twitter chegou como um microblog e já é uma das redes que mais cresce no mundo todo.

Hoje as redes sociais se transformarão em uma poderosa ferramenta de informação. O que aparentemente é de graça, na verdade, pode transformar seus criadores em bilionários da noite para o dia.

A cada minuto nós acessamos a nossa página no Orkut, Facebook, Sônico, Twitter e colocamos informações que para muitas empresas servem para compreender o nosso comportamento e oferecer seus produtos e serviços de forma personalizada.

Na minha opinião, não há como definir um papel para uma rede social. De alguma forma todas prestam serviços de utilidade pública e comercial porque somos nós que criamos e gerenciamos as informações.

Em nenhuma outra época, nós temos a liberdade de expressar nossos pensamentos, de concordar com os outros, de protestar contra governos, empresas.

O verdadeiro papel de uma rede social é criar condições para os seus usuários fazerem o que bem entendem. Mas como tudo na vida, dentro de certos limites que não nos prejudiquem. Sem esquecer que estamos entre os maiores usuários do Orkut e do Twitter e o mundo quer saber o que pensamos.

Quanto cobrar?

De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.
É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.
Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?
É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?
A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.
O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.
Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.

De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.

É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.

Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?

É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?

A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.

O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.

Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.

volponi

Sujeito Corpo

Esta semana estive no SESC pinheiros – SP para o lançamento da exposição SUJEITO CORPO: o corpo e suas relações com o mundo contemporâneo.
O material exposto no espaço do SESC pinheiros tem como um foco os trabalhos de artistas que buscam atender a uma dinâmica de produção diretamente ligada ao seu corpo. Os trabalhos ali expostos foram selecionados por conter um discurso sobre o corpo.Não falam de sua representação, de como o corpo se apresenta, mas tratam de como o corpo pode aparecer.
Temos ali algo próximo da experimentação de alguns limites físicos.De alguma forma somos colocados na condição de observador deste invólucro vivo alheio.
Estão lá trabalhos de: Adriana Ferla, Carlos Melo, Daisy Xavier, Oriana Duarte, Pazé e Sonia Guggisberg.
Podemos remar, ficar boiando como que a deriva em uma sala com projeções, termos a sensação de suspensão no salto em um piso de areia, deixar o corpo cair e perceber a dureza do chão apenas pela audição, caminhar por prédios e recantos da cidade na forma de um corpo falso ou misturar os corpos de 04 gerações de mulheres nuas de uma só família em um “quase” projeto de making of de uma sessão de fotos.
Este último trabalho é de Daisy Xavier e está apresentado em dois formatos.Duas fotos na parede e uma projeção das imagens deste set de fotos sobre as águas de um pequeno aquário.Percebo que suas imagens pálidas, não são uma tentativa de dificultar a apresentação da intimidade familiar.Acho que a palidez das imagens deixa as formas mais nítidas e sem o natural desvio de atenção para a qualidade óbvia da matéria carne que está ali fotografada.
Daisy não quer mostrar carnes/corpos, quer desenhá-los.Quanto mais pálida fica sua construção sofisticada, mais delicada e nítida fica a imagem revelada.
Nitidez essa, que apaga a foto familiar de mulheres nuas, para revelar um desenho de linhas fortes, feito do encontro das superfícies dos corpos.
Nesse momento, já não importa mais se as nuas são quem são: mãe, filha e neta.
Claro que são as nuas da sua família, sua história, seu repertório mais confortável e mais conhecido.Não fosse esse, um universo bem conhecido de Daisy, não veríamos tanta precisão na exclusão desta materialidade, na quase remoção da matéria pele para deixar apenas as linhas, os planos, transformando-os em desenhos delicados e complexos.Ali está um exercício de revelar o essencial, manter o foco nas linhas do desenho e abrir mão de apelos rápidos.
Gosto de ver o trabalho de Daisy como um caprichoso desenho feito com os enquadramentos roubados das fotos que ela fez de sua família.
Mas isso não mais importa, não está mais lá este registro familiar.
Daisy não é tão primaria na construção de seus desenhos, os cria com ferramentas que quer, com a família que tem, com o cuidado de quem sabe preservar aquilo que lhe é caro, revelando sempre algo bem construído e também muito potente.
Abaixo temos uma pequena amostra do trabalho de Daisy Xavier.

Esta semana estive no SESC pinheiros – SP para o lançamento da exposição SUJEITO CORPO: o corpo e suas relações com o mundo contemporâneo.

O material exposto no espaço do SESC pinheiros tem como um foco os trabalhos de artistas que buscam atender a uma dinâmica de produção diretamente ligada ao seu corpo. Os trabalhos ali expostos foram selecionados por conter um discurso sobre o corpo. Não falam de sua representação, de como o corpo se apresenta, mas tratam de como o corpo pode aparecer.

Temos ali algo próximo da experimentação de alguns limites físicos.De alguma forma somos colocados na condição de observador deste invólucro vivo alheio.Estão lá trabalhos de: Adriana Ferla, Carlos Melo, Daisy Xavier, Oriana Duarte, Pazé e Sonia Guggisberg. Podemos remar, ficar boiando como que a deriva em uma sala com projeções, termos a sensação de suspensão no salto em um piso de areia, deixar o corpo cair e perceber a dureza do chão apenas pela audição, caminhar por prédios e recantos da cidade na forma de um corpo falso ou misturar os corpos de 04 gerações de mulheres nuas de uma só família em um “quase” projeto de making of de uma sessão de fotos.

Este último trabalho é de Daisy Xavier e está apresentado em dois formatos. Duas fotos na parede e uma projeção das imagens deste set de fotos sobre as águas de um pequeno aquário.Percebo que suas imagens pálidas, não são uma tentativa de dificultar a apresentação da intimidade familiar.Acho que a palidez das imagens deixa as formas mais nítidas e sem o natural desvio de atenção para a qualidade óbvia da matéria carne que está ali fotografada.

Daisy não quer mostrar carnes/corpos, quer desenhá-los.Quanto mais pálida fica sua construção sofisticada, mais delicada e nítida fica a imagem revelada. Nitidez essa, que apaga a foto familiar de mulheres nuas, para revelar um desenho de linhas fortes, feito do encontro das superfícies dos corpos.

Nesse momento, já não importa mais se as nuas são quem são: mãe, filha e neta.Claro que são as nuas da sua família, sua história, seu repertório mais confortável e mais conhecido.Não fosse esse, um universo bem conhecido de Daisy, não veríamos tanta precisão na exclusão desta materialidade, na quase remoção da matéria pele para deixar apenas as linhas, os planos, transformando-os em desenhos delicados e complexos.Ali está um exercício de revelar o essencial, manter o foco nas linhas do desenho e abrir mão de apelos rápidos.

Gosto de ver o trabalho de Daisy como um caprichoso desenho feito com os enquadramentos roubados das fotos que ela fez de sua família.Mas isso não mais importa, não está mais lá este registro familiar. Daisy não é tão primaria na construção de seus desenhos, os cria com ferramentas que quer, com a família que tem, com o cuidado de quem sabe preservar aquilo que lhe é caro, revelando sempre algo bem construído e também muito potente.

Abaixo temos uma pequena amostra do trabalho de Daisy Xavier.

Curau

Pra quem quer mais, vale a visita ao SESC Pinheiros ou um pulo na pagina da galeria que a representa no Rio http://www.lauramarsiaj.com.br/

SUJEITO: CORPO – 09/01/2010 a 14/03/2010

Terça a sexta, das 10h30 às 21h30 Sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30- SESC Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros - São Paulo – SP – telefone: 11 3095-9400

Criatividade e Planejamento

Vídeos no youtube, jogos interativos, comércio eletrônico, notícias no twitter, blogs, portais, rádios blog,  inovações na tv, informações sendo encontradas em sites de busca, redes sociais, caixas de e-mails sobrecarregadas, multiplicidade de títulos de revistas, formação de tribos por comportamento, eventos, iniciativas de entretenimento nas ruas, arte urbana, mensagens em  camisetas, manifestações públicas, novas formas de  abordagens no
ponto de venda, ecologia, ações sociais, merchandising… Ufa!
Esse caos todo reforça a necessidade de revermos as estratégias de
divulgação, as campanhas de mídia, o desenvolvimento de
ferramentas web. Mostra a necessidade maior ainda de conectar tudo
isso e, principalmente, entender o comportamento dos consumidores
dentro dessa nova lógica do caos.
Adaptações não funcionam mais. Precisamos criar a partir do meio
onde a mensagem será transmitida. Simplesmente adaptar o comercial
de TV e colocar no youtube não basta para que se torne um viral.  A
verdade é que as pessoas não acessam o youtube para procurar
comerciais de  marcas.
Para criar a partir da complexa e crescente variedade de mídia da atualidade, a saída é trabalhar com uma equipe interdisciplinar. A mesma equipe que faz o comercial deve criar para o youtube, deve pensar em eventos, em pontos de venda e demais formas de expressão. Isso porque o cliente é um só, a mensagem é a mesma, mas os veículos são diferentes. Precisamos formar  verdadeiros times de
criadores comprometidos com a causa do  cliente. Pessoas que saibam  interagir entre si e trocar  conhecimento. No mesmo time devem  estar presentes os responsáveis pela mídia, os responsáveis pelo atendimento e os responsáveis pelo planejamento. E todos com conhecimento nivelado a respeito do trabalho.
Mas tudo isso não é suficiente, porque o planejamento continua
sendo a chave do sucesso. Como levar uma equipe a criar algo eficiente sem organização das informações, sem transmitir o que o cliente precisa?
A criatividade sem planejamento leva a qualquer resultado, não ao resultado ideal. De uma simples peça de divulgação à mais complexa campanha de comunicação, o planejamento é imprescindível. Trata-se de um trabalho inicial que elimina etapas e leva ao destino certo, com ou sem atalhos.  Um trabalho que muitos profissionais querem evitar, mas cuja falta acaba prejudicando o resultado final, com desperdício de tempo e dinheiro.Para o profissional de planejamento, o desafio é amplo, porque, além de ter o olhar plural, deve respeitar o conhecimento  específico de cada área para buscar soluções compartilhadas. De forma analógica, podemos afirmar que o profissional de planejamento é um maestro: apesar de ter o conhecimento profundo sobre música e  instrumentos, seu papel não é tocar, mas harmonizar os  diferentes músicos e seus instrumentos em prol da peça final.Extrair o melhor da criatividade de cada um – direcionando todas as
ideias para a peça final, visualizando os resultados desde o início
deve ser a principal preocupação do responsável pelo planejamento

Vídeos no youtube, jogos interativos, comércio eletrônico, notícias no twitter, blogs, portais, rádios blog,  inovações na tv, informações sendo encontradas em sites de busca, redes sociais, caixas de emails sobrecarregadas, multiplicidade de títulos de revistas, formação de tribos por comportamento, eventos, iniciativas de entretenimento nas ruas, arte urbana, mensagens em  camisetas, manifestações públicas, novas formas de  abordagens no  ponto de venda, ecologia, ações sociais, merchandising… Ufa!

Esse caos todo reforça a necessidade de revermos as estratégias de  divulgação, as campanhas de mídia, o desenvolvimento de  ferramentas web. Mostra a necessidade maior ainda de conectar tudo  isso e, principalmente, entender o comportamento dos consumidores  dentro dessa nova lógica do caos.

Adaptações não funcionam mais. Precisamos criar a partir do meio  onde a mensagem será transmitida. Simplesmente adaptar o comercial  de TV e colocar no youtube não basta para que se torne um viral.  A  verdade é que as pessoas não acessam o youtube para procurar  comerciais de  marcas.

img_interatividade

Para criar a partir da complexa e crescente variedade de mídia da atualidade, a saída é trabalhar com uma equipe interdisciplinar. A mesma equipe que faz o comercial deve criar para o youtube, deve pensar em eventos, em pontos de venda e demais formas de expressão. Isso porque o cliente é um só, a mensagem é a mesma, mas os veículos são diferentes. Precisamos formar verdadeiros times de  criadores comprometidos com a causa do  cliente. Pessoas que saibam interagir entre si e trocar  conhecimento. No mesmo time devem  estar presentes os responsáveis pela mídia, os responsáveis pelo atendimento e os responsáveis pelo planejamento. E todos com conhecimento nivelado a respeito do trabalho.

Mas tudo isso não é suficiente, porque o planejamento continua sendo a chave do sucesso. Como levar uma equipe a criar algo eficiente sem organização das informações, sem transmitir o que o cliente precisa? A criatividade sem planejamento leva a qualquer resultado, não ao resultado ideal. De uma simples peça de divulgação à mais complexa campanha de comunicação, o planejamento é imprescindível. Trata-se de um trabalho inicial que elimina etapas e leva ao destino certo, com ou sem atalhos.  Um trabalho que muitos profissionais querem evitar, mas cuja falta acaba prejudicando o resultado final, com desperdício de tempo e dinheiro.

Para o profissional de planejamento, o desafio é amplo, porque, além de ter o olhar plural, deve respeitar o conhecimento  específico de cada área para buscar soluções compartilhadas. De forma analógica, podemos afirmar que o profissional de planejamento é um maestro: apesar de ter o conhecimento profundo sobre música e  instrumentos, seu papel não é tocar, mas harmonizar os diferentes músicos e seus instrumentos em prol da peça final. Extrair o melhor da criatividade de cada um – direcionando todas as  ideias para a peça final, visualizando os resultados desde o início  deve ser a principal preocupação do responsável pelo planejamento.

Eu tuíto, tu tuítas, ele tuíta…

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.
Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso.
De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.
Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.
Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus.
Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?
Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.
Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o TwittTwitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!
Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.
Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso.
De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.
Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.
Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus.
Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?
Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.

Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o Twitter.

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro!

Twitter. No ano passado lia muito nos portais pela internet sobre essa nova rede social. O som da palavra me lembrava o acessório que ia junto com o alto-falante e não despertou interesse em usar. Aí é que foi o meu grande erro! Como toda rede social, o Twitter tem papel fundamental em nossas vidas. Depois de tanto ler e ouvir comentários, eu entrei no Twitter e comecei a seguir amigos.

Não escrevia nada, ficava anônimo só lendo o que eles tuítavam (esse termo eu estou usando e não sei se é o correto). De vez em quando, eu tuítava alguma coisa, mas sem compromisso. De uns tempos para cá é que eu acordei para a vida digital e vi o quanto o Twitter é útil. Seguir as pessoas e saber o que elas estão pensando é fundamental.

Para isso, a gente tem que perder o preconceito. Meu lema é seguir mais do que ser seguido. Famoso, fictício, pessoas normais. Quem não tem medo de dizer o que pensa deixou de ser anônimo.

twits1

Agora chegamos num ponto que eu posso acessar meu Twitter, ver que a Revista Trip colocou um post e o link da matéria que chamou a minha atenção. Logo em seguida, eu vejo outro post de um amigo dizendo sobre o novo comercial da Nike e depois uma frase do Jesus de Óculos, que, aliás, existe vários Jesus. Nosso dia-a-dia deixou de ser rotina sem graça para virar assunto de primeira página. Quem diria que conseguiríamos fazer isso se só existisse jornal, TV e rádio?

Uma frase bem colocada gera um efeito em cadeia ou milhares de Retweets. O Twitter não é só um passatempo é uma verdadeira rede social de formadores de opinião. Muitas empresas e pessoas descobriram isso. Quem se pergunta o porquê está sendo seguida é que você tem as respostas que elas precisam.

Então diga o que pensas e eu te seguirei! Essa frase eu vou colocar agora no meu Twitter. Não se preocupe se eu te seguir pelo Twitter, agora pela rua é perseguição! Mais uma que vai para o Twitter.