Artista chinês se camufla na paisagem urbana para retratar o anonimato do ser humano. Essa foi a maneira que Lui Bolin usou para construir a sua obra.
Ele passa despercebido na maioria da vezes. Algumas pessoas só percebem sua presença, quando ele se movimenta.
Para alguns a mensagem é de que o ser humano é um solitário. Alguns críticos destacam o lado político dos trabalhos de Liu: o de ser “massa” em um país de 1,4 bilhão de habitantes e outros dizem que o trabalho de Li esbanja uma “força silenciosa”.
Em 2005, ele foi um dos diversos artistas que tiveram ateliês fechados pelo governo. O mundo artístico acusa os líderes comunistas de perseguição.
Feitas a partir de 2006, as fotos da série “Hide in the City” – algo como “Anônimo na Cidade”, em tradução livre – catapultaram o artista para a cena internacional.
Ele já realizou exposições individuais na França, Itália e Estados Unidos e suas obras já foram exibidas em algumas das principais galerias chinesas.
Para se adequar ao ambiente, são necessárias até 10 horas de pintura corporal.
Com estréia marcada para março de 2010 nos Estados Unidos, o filme Alice no País das Maravilhas – direção de Tim Burton, terá sua exibição também em 3D. No elenco Anne Hathaway como Rainha Branca, Helena Bonham Carter como Rainha de Copas, Johnny Depp no papel de Chapeleiro Louco e Mia Wasikowska como Alice.
O teaser-trailler divulgado essa semana, promete uma caprichosa direção de arte. O visual do cenário e dos atores deverá encantar o público.
A Pizza Hut lançou o seu próprio aplicativo para iPhone. Além de fazer o seu pedido de maneira rápida e prática, a idéia é tornar o processo todo mais divertido.
O programa traz um cardápio interativo em que você pode arrastar ingredientes, usar o movimento de “pinça” (pinch) para aumentar ou reduzir a sua pizza, derramar molhos e ingredientes diversos, tudo isso e muito mais.
O Greenpeace mostra que qualquer pessoa pode fazer a sua parte para a preservação do planeta. O Black Pixel Project basea-se num programa que pode ser baixado por meio da internet. A partir disso se instala um quadrado preto na tela “apagando um pixel”. É possível desligá-lo a qualquer hora. Mas enquanto está funcionando, reduz o consumo de energia e as emissões de CO2.
O projeto conta com o aval do Instituto C.E.S.A.R de Tecnologia (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife) -um dos principais centros de tecnologia da informação no Brasil. O desafio é chegar a 1 milhão de Black Pixels instalados, que equivaleriam à uma economia de 57 mil watts/ hora ou a manter apagadas 1.425 lâmpadas de 40W por uma hora. Lembrando que, a economia só acontece em monitores de tubo ou plasma.