De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.
É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.
Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?
É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?
A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.
O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.
Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.
De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.
É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.
Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?
É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?
A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.
O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.
Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.
