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Archive for the ‘O Blog’ Category

Ideias em Movimento

Post extraordinário e comemorativo: a Volponi Comunicação lançou seu novo site há alguns dias, conforme anunciamos aqui, no mesmo mês em que comemora o seu terceiro ano de vida. A notícia repercutiu nos sites Vounessa, Pingado, Maxpress e Mega Brasil Comunicação e aproveitamos para compartilhar o vídeo “Ideias em Movimento”, parte do novo site e conteúdo:

Quem sou, para onde vou e de onde vim

Como você chegou até aqui? Achou por acaso? É um dos nossos?

Nós temos um link em que nos apresentamos, mas estamos em constante transformação – ainda bem – e achamos importante, neste momento, fazer um post autoral e nos reapresentarmos. Às vezes escrevemos no singular, às vezes falamos em coletivo, mas mais importante que isso é nossa busca pela troca de idéias sobre assuntos de interesse, inspiradores, pontos em comum. Talvez não tenhamos uma resposta pronta e definitiva para “quem eu sou”, mas certamente sabemos falar “SOBRE quem eu sou”.

Nossa velha infância tinha um ambiente a mais, o quintal. Lá, onde quer que fosse, era um espaço para reunir quem quisesse de falar sobre o que quisesse. Este blog é a virtualização deste espaço. Até então éramos colaboradores de várias empresas que tinham em comum a comunicação como ferramenta de trabalho e estilo de vida. Agora estamos criando um rosto, uma identidade, um DNA. A iniciativa é da Volponi Comunicação, agência que está com site novo no ar e quer compartilhar seu trabalho e achados de links de fotografia, moda, design, ilustração, web, publicidade e tendências de todo o universo comunicacional.

Além da nossa assinatura, temos também um alterego: a Kiki Bellini. A Kiki é nossa projeção, nossa representação virtual viva das idéias, pensamentos, filosofias, pessoas, intenções e crenças. A Kiki está no Facebook e quer te ter por lá também.

A Quintal também está no Twitter (@quintalrevista) e está disponível para ser compartilhada post a post nos rodapés. Nossa intenção é estar cada vez mais online e interativa, sempre buscando a simbiose, a troca entre pensamento alternativo máximo divergentes com os ataques do pensamento convergente intenso . Se for para resumir o que queremos passar, podemos dizer, simples assim: queremos sua companhia.

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Em tempo: dica incrível da exposição que está rolando em São Paulo das obras do Keith Haring.

Quanto cobrar?

De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.
É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.
Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?
É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?
A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.
O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.
Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.

De forma recorrente as últimas conversas que tenho tido com donos de escritórios que trabalham na área de comunicação é sobre quanto vale nosso trabalho.

É de conhecimento geral que existem tabelas de preços de sindicatos de profissionais de propaganda, publicidade, designers entre outros. Tabelas estas que poucas vezes são levadas a sério, pois o único cliente que paga o preço cheio é o governo ou seja nós mesmos.

Fórmulas como % sobre tabelas, hora técnica, custo operacional X markup são alguns caminhos para se estabelecer preços, mas na real, quanto vale a criação de um logotipo, de um nome, de um slogan ou até mesmo de uma ação promocional?

É o cliente com sua estrutura que dá base para formatação de um preço? É o tamanho da estrutura da empresa que se está atendendo? É o tempo de experiência do profissional envolvido? Ou a própria necessidade ou dificuldade financeira de cada um que dita isso?

A resposta correta disso vai depender dos fatores acima e da visão estratégica de cada um, mas o que é certo é que preço é muito diferente de valor, e isso é o que precisa ser questionado na hora de levantar um orçamento. Quanto vale isso para o seu cliente? O que isso vai agregar em seu negócio? Respostas difíceis de se obter ainda mais quando tratamos de valores intangíveis como visão de marca, posicionamento, share of mind entre outros. O ROI (return of investiment) é sempre muito obscuro em nossa área, pois mesmo você fazendo uma ação que aumente as vendas em 5% em um mês, muitos questionamentos por parte do cliente podem acontecer como: “O mercado estava aquecido, diversificamos nos produtos, melhoramos o atendimento será que o novo site que foi o responsável por esse aumento?”, a resposta é sim e não, claro que só uma boa comunicação não é suficiente, o serviço ou o produto precisam ser bons, a entrega funcionar, o atendimento ser adequado e por ai vai, o sucesso da ação depende de todos os envolvidos no processo e no fluxo das informações.

O importante mesmo é você reconhecer suas habilidades e limitações e utilizar o conhecimento que você obteve com experiências anteriores sobre o que seu trabalho trouxe de real valor para a marca e em seguida colocar na balança o tempo investido, o custo operacional, o tipo de relacionamento que você tem o cliente somado a visibilidade que esse lhe trará no futuro para enfim chegar a um denominador que nunca é comum, pois cada job é um job e os desiguais precisam ser tratados com desigualdade, só assim chega-se ao um preço considerado justo.

Abaixo segue um fluxo que tenta traduzir um pouco a minha perspectiva sobre as tomadas de decisão na hora de descobrir o quanto cobrar.

volponi

Nosso Quintal

Nosso Quintal

O Quintal era um espaço para sentar e partilhar idéias. Crianças brincavam, senhorinhas conversavam e amigos se encontravam. Tantas vezes entramos por portões alheios, como fossem nossos, para partilhar goiabas, roubar rosas, pegar pipas ou simplesmente trocar uma conversa.

Hoje a vida nos pressiona contra o relógio, tornando o tempo cada dia mais escasso. O cotidiano urbano nos rouba espaços como esse e casas com jardim são cada dia mais raras. Assim essa hipermodernidade nos condena cada vez mais ao contato digital.

Por esse motivo um grupo de amigos, que tem em comum a comunicação como forma de trabalho e estilo de vida, resolveu se reunir e criar este espaço virtual para trocar experiências. Nosso Quintal vai trazer assuntos como fotografia, moda, design, ilustração, web, publicidade e tendências de todo esse mundo. Pretendemos mostrar um pouco do que fazemos e gostamos, além de conversar sobre perspectivas e assuntos atuais.

Este espaço é aberto. Pode entrar, comentar e participar.

Sinta-se como estivesse em seu próprio Quintal.