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Archive for the ‘Internet’ Category

E-mail marketing: mocinho ou bandido?

Você abre sua caixa de emails. Havendo muitos ou poucos, certamente há um e-mail marketing. E se ele está ali, é porque você fez alguma coisa, direta ou indiretamente, para recebê-lo, seja ele informativo, comercial ou institucional.

Gosto da polaridade das coisas, então acho que se aplica dizer que o e-mail marketing posa de mocinho e bandido para diferentes destinatários, mas há algumas considerações que devem ser feitas quando o assunto é este.

Em primeiro lugar, e-mail marketing não é, necessariamente, SPAM. Eu mesma posso citar exemplos de alguns que recebo, diariamente, que me informam e me dão uma base de quanto custa determinado produto, que posso até não estar precisando comprar, mas que pode representar uma aquisição boa (aliás, quem disse que aquisição por impulso é ruim?). Por este ponto, o e-mail marketing pode ser considerado uma facilidade, uma boa ferramenta. Mas o conceito de “boa ferramenta” também se reflete no conteúdo e, por tabela, na sua eficácia, na forma como ele é transmitido, seja na quantidade de caracteres, seja na sua apresentação visual. E, para isso, há profissionais que estudaram detalhadamente uma paleta de cores e possam dar uma boa orientação.

Outro ponto positivo do e-mail marketing é o fato de ser uma ferramenta acessível. Vamos lá: você está num brainstorm, surgem idéias ótimas de promoção e a hora de quantificar o custo e a compatibilidade disso com o seu budget. Certamente o e-mail marketing aparece como uma das mais possíveis.

Para o bem ou para o mal, existe ainda o cuidado que você enquanto usuário deve ter com os seus emails de forma geral, de onde o digita e de como o espalha.

Dito isto, compartilho a dica de um evento que “tem como objetivo conceituar o e-mail marketing pela ótica das ferramentas de marketing e pela análise do comportamento humano frente ao computador. E mostrar, através de cases consagrados de grandes marcas, como na prática se aplica esta comunicação com alto impacto. Com isso o E-mail Marketing Brasil espera difundir conhecimento e cultura que eliminem mitos sobre o e-mail marketing e que alinhe a empresa com as melhores práticas, tanto para o melhor resultado financeiro e/ou institucional quanto para a marca da empresa.” O evento acontece no próximo dia 02 em São Paulo e também em outras cidades do Brasil.

Se você ainda polariza o seu julgamento sobre o e-mail marketing pela ótica negativa, saiba que “o alto impacto da comunicação por e-mail ganhou recentemente um adepto famoso que virou um case político mundial na internet, Barack Obama. Segundo Ben Self, da Blue State Digital, que esteve no Brasil em maio e foi o responsável pela presença da campanha de Obama na internet, o e-mail marketing foi o responsável por 2/3 da arrecadação on line de Obama, em torno de 350 milhões de dólares dos 500 que o candidato Democrata arrecadou apenas pela web”.

Segundo o diretor da Volponi Comunicação:
“o email-marketing é sim uma ferramenta interessante pelo seu alcance, dinamismo e baixo investimento. O que é “não bom” é basear toda uma campanha ou ação apenas em uma das ferramentas que nunca, ao meu ver, é a principal ou a mais importante. Se existe um banco de dados próprio, se na mensagem existe unidade de discurso com os materiais impressos, redes sociais, site institucional, e-commerce, um telemarketing receptivo bem treinado, excelente,  ele  funcionará muito bem.

Mas de nada adianta você iniciar uma ação dessas sem uma estratégia, utilizando-se de banco de dados que você compra pela internet de fontes duvidosas. O resultado desta utilização indevida é sua marca entrar na caixa de SPAM de seus atuais, e dos não mais,  futuros clientes.

As perguntas básicas que fazemos aqui na agência antes de utilizar essa ferramenta são:

Qual o objetivo com isso?

Qual o perfil de quem vai receber?

Para onde vou direcioná-lo?

O que será enviado é realmente interessante para o receptor?

Se for um sucesso meu cliente está pronto responder a demanda?

Quais materiais ou ações estão conectadas para que a ferramenta não morra no disparo?

Qual a frequência para não ser Boring?

Respondido isso, conseguimos determinar se o e-mail vai acrescentar algo a marca ou será apenas mais um material em lixo eletrônico jamais lido, ou pior, rejeitado”.

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Em tempo:

Leitura interessante de Nizan Guanaes sobre a Bienal de SP e de como a arte é um investimento social e financeiro.

Quem paga o conteúdo?

Se você utiliza a internet e acompanha a migração do leitor do jornal de papel para os links, já deve ter se perguntado quem paga pelo conteúdo “grátis”. O publicitário e especialista em mídias interativas Michel Lent fez uma apresentação objetiva, bonita e inteligente que explica muito bem o processo. Além de mostrar que o “grátis” é uma ilusão e de pontuar que o leitor continua com uma grande oferta de conteúdo, mas ainda precisa otimizar tempo, vem a dica: make awesome stuff.

O trabalho você confere abaixo:

The Creators Project Ano Um: Inovação, tecnologia, artes e moda

No último final de semana aconteceu o The Creators Project, projeto em parceria entre a Intel e a Vice, como adiantamos aqui. Visando contar como foi o evento nas palavras de alguém que efetivamente esteve presente, convidamos o jornalista Rafael Freire, digital client executive da Burson-Marsteller, para fazer seu relato:

Sábado foi a vez de São Paulo receber The Creators Project, um projeto da Intel em parceria com a VICE. Nesse primeiro ano, ele já passou por cidades como Londres e Nova Iorque e ainda visitará outros lugares como Pequim e Seul. O objetivo do projeto é promover a criatividade, a arte e a cultura ligadas à tecnologia.

O evento paulista ocorreu na galeria Baró/Emma Thomas, na rua Barra Funda e foi dividido entre a parte das exposições, aberta ao público e o show, apenas para convidados. Durante a tarde, a galeria foi invadida por diversas obras inovadoras, diferentes, visualmente muito atraentes, além da exibição de filmes e palestras.

Uma das obras mais interessantes era Tubo, do artista carioca Muti Randolph, que reunia cores, luzes e reflexos, formando um tubo que variava de cor de acordo com as músicas. A obra rendia também as fotos mais legais.  Outra que também chamou a atenção se chamava [Z]ink, uma ferramenta de pintura 3D que explorava  a junção entre as formas de artes tradicionais como a pintura e escultura com experiências mais atuais, como visualização 3D e desenho virtual em tempo real.

Além disso, um dos destaques foi a exibição do curta “I’m here“, do diretor Spike Jonze, que conta a história de dois robôs apaixonados que vivem em Los Angeles. Também tivemos uma palestra do diretor do estúdio de motion graphics e design gráfico Lobo, Mateus Santos.

Depois de um breve recesso, com coletivas com os criadores para jornalistas e blogueiros começou a festa. Todos esperando pela hora de Mark Ronson, a atração principal da noite, subir ao palco. Mas o melhor da festa aconteceu no meio. Em especial graças ao Pop Panel e ao grande show do Emicida. No Pop Panel, o objetivo era compor uma música em apenas uma hora. Conduzidos por Eddy Moretti, a atração ainda contou com a ajuda do MC Kamau, Daniel Ganjaman e o DJ Zegon, além é claro da atração seguinte: Emicida, que com seu show, levantou a casa.

Na sequencia, Gang Gang Dance entrou no palco e, para fechar a noite, Mark Ronson, produtor da Amy Winehouse, que levou uma convidada especial, Amanda Warner, da dupla MNDR. O show foi curto, prático, sem grandes emoções ou sacadas extraordinárias. Na média.

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Além da cobertura feita por blogueiros, no site do projeto, de onde tiramos a imagem e os links acima, há dezenas de outros links ótimos dos artistas que participam e participaram do The Creators Project e cliques do evento no Flickr da Intel.

Consumo

Pode reparar: nossa forma de consumir está em eterna transformação. Lembro quando descobri o site Submarino e o quanto era surreal e assustador comprar e pagar pela internet e receber as compras em casa. Mas ao mesmo tempo em que podemos comprar sem apalpar o produto, podemos cada vez mais experimentá-lo antes da compra e isso é um nicho ótimo, especialmente para os profissionais de marketing. Já havia lido alguma coisa sobre marketing experencial e hoje li que a Apple lançou uma sessão chamada “Try Before You Buy”, em que você testa o produto antes de consumi-lo.

Pegando carona nisso, compartilho essa opinião sobre a revolução na forma de consumir com o advento da web 2.0. Neste mesmo texto, tem o link para outro texto, ótimo, chamado “Consumidor 2.0: querem saber tudo sobre você”. Lá, comentam exatamente isso, que nossa forma de consumir mudou e que as empresas precisam saber acompanhar e perceber tais mudanças.

A partir daí, me perguntei: da mesma forma que nós, consumidores queremos saber mais sobre as organizações que “interagem” com a gente, as organizações de forma geral também podem saber “tudo” sobre nós? Será que todas as informações que trocamos na internet podem ser monitoradas? Foi pesquisando sobre isso que descobri esse texto sobre “neutralidade na internet”:

O conceito principal dessa ideia é que a internet é um meio democrático e todas as informações que trafegam por ela são tratadas da mesma forma, sempre na mesma velocidade, disponíveis para todo e qualquer internauta. Todo site deve e pode ser acessado do mesmo modo, assim como todo serviço online ou aplicativo conectado. A neutralidade da rede significa, basicamente, que todo e qualquer conteúdo na internet deve estar igualmente acessível a qualquer pessoa sem interferências no tráfego online.”

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Em tempo:

Apreciadores da boa música, vocês também estão cada dia mais felizes com o calendário de shows e festivais deste ano? O site RRAUL fez uma matéria ótima sobre os dilemas, as dificuldades e o que pode melhorar nos shows e festivais no Brasil, conforme vocês podem ler aqui.

Quem sou, para onde vou e de onde vim

Como você chegou até aqui? Achou por acaso? É um dos nossos?

Nós temos um link em que nos apresentamos, mas estamos em constante transformação – ainda bem – e achamos importante, neste momento, fazer um post autoral e nos reapresentarmos. Às vezes escrevemos no singular, às vezes falamos em coletivo, mas mais importante que isso é nossa busca pela troca de idéias sobre assuntos de interesse, inspiradores, pontos em comum. Talvez não tenhamos uma resposta pronta e definitiva para “quem eu sou”, mas certamente sabemos falar “SOBRE quem eu sou”.

Nossa velha infância tinha um ambiente a mais, o quintal. Lá, onde quer que fosse, era um espaço para reunir quem quisesse de falar sobre o que quisesse. Este blog é a virtualização deste espaço. Até então éramos colaboradores de várias empresas que tinham em comum a comunicação como ferramenta de trabalho e estilo de vida. Agora estamos criando um rosto, uma identidade, um DNA. A iniciativa é da Volponi Comunicação, agência que está com site novo no ar e quer compartilhar seu trabalho e achados de links de fotografia, moda, design, ilustração, web, publicidade e tendências de todo o universo comunicacional.

Além da nossa assinatura, temos também um alterego: a Kiki Bellini. A Kiki é nossa projeção, nossa representação virtual viva das idéias, pensamentos, filosofias, pessoas, intenções e crenças. A Kiki está no Facebook e quer te ter por lá também.

A Quintal também está no Twitter (@quintalrevista) e está disponível para ser compartilhada post a post nos rodapés. Nossa intenção é estar cada vez mais online e interativa, sempre buscando a simbiose, a troca entre pensamento alternativo máximo divergentes com os ataques do pensamento convergente intenso . Se for para resumir o que queremos passar, podemos dizer, simples assim: queremos sua companhia.

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Em tempo: dica incrível da exposição que está rolando em São Paulo das obras do Keith Haring.