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Archive for the ‘Design’ Category

Links gostosos de moda e mais…

Especialistas em moda, me atualizem se estiver falando bobeira, mas de uns tempos pra cá a moda brasileira está mais autoral e menos importada ou isso é impressão minha? Talvez nossas tendências ainda tenham um pouco da coleção anterior do exterior, talvez. Segue uma seleção de links gostosos, não necessariamente brasileiros, mas de moda:

#1
O designer Carlos Miele, responsável pela M.Officer e pela marca de nome próprio que veste famosos internacionais, talvez seja um bom exemplo de artista bem-sucedido com a bandeira “made in Brazil”. O canal de vídeos da Vogue fez pela primeira vez um documentário sobre ele e o vídeo, além de ser o mais visto do canal, conta um pouco sobre seu interesse por arquitetura e mercado internacional. Você pode conferir aqui:


#2
Não é uma delícia quando você vê seus amigos dando certo? Há alguns anos, Eduardo Biz era o amigo de um amigo, recém-chegado do sul e estudante de moda. Hoje o manager da marca Alguns Tormentos lança coleções de camisetas e agasalhos que se superam cada vez mais, com direito a reconhecimento da Lilian Pacce e aparições em horário nobre da TV.

#3
Gosto também de ver como a internet democratizou um pouco a moda. Alguns organizam bazares, outros criam verdadeiras redes para troca e venda de roupas e por aí vaí. Lá de fora vem essa dica linda do Supermarket Sarah, uma mulher que decidiu transformar uma parede de sua casa numa vitrine de achados em constante atualização, com direito a newsletters esporádicas de parceiros convidados, numa proposta bem intimista de recebê-los para um chá e umas comprinhas.

#4
E vamos combinar que blog de roupas tem vários, mas meu favorito ainda é o “Hoje vou assim“, que começou como blogspot, hoje tem destino próprio e chegou a ganhar o Prêmio Chic de blog do ano. A idéia é para entrar no hall de idéias simples e boas: compartilhar seu look do dia para inspirar. E inspiração por inspiração, tem ainda a dica do The Sartorialist.

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Em tempo:

- Tá rolando a famosa FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Para os que, assim como eu, não estarão presentes fisicamente, a solução é acompanhar via Twitter.

- Tá chegando a Bienal do Livro de SP, que neste ano traz novidades como o plantio de CO2 para cobrir os gastos durante o evento e a realização do I Fórum Internacional do Livro Digital, provando que ecologia e tecnologia são assuntos definitivamente em voga. Você pode conferir mais aqui e aqui.

- Lembra que não faz muito tempo que falamos do Facebook + Media? Eles publicaram um vídeo bem interessante sobre social plugins:

Quem sou, para onde vou e de onde vim

Como você chegou até aqui? Achou por acaso? É um dos nossos?

Nós temos um link em que nos apresentamos, mas estamos em constante transformação – ainda bem – e achamos importante, neste momento, fazer um post autoral e nos reapresentarmos. Às vezes escrevemos no singular, às vezes falamos em coletivo, mas mais importante que isso é nossa busca pela troca de idéias sobre assuntos de interesse, inspiradores, pontos em comum. Talvez não tenhamos uma resposta pronta e definitiva para “quem eu sou”, mas certamente sabemos falar “SOBRE quem eu sou”.

Nossa velha infância tinha um ambiente a mais, o quintal. Lá, onde quer que fosse, era um espaço para reunir quem quisesse de falar sobre o que quisesse. Este blog é a virtualização deste espaço. Até então éramos colaboradores de várias empresas que tinham em comum a comunicação como ferramenta de trabalho e estilo de vida. Agora estamos criando um rosto, uma identidade, um DNA. A iniciativa é da Volponi Comunicação, agência que está com site novo no ar e quer compartilhar seu trabalho e achados de links de fotografia, moda, design, ilustração, web, publicidade e tendências de todo o universo comunicacional.

Além da nossa assinatura, temos também um alterego: a Kiki Bellini. A Kiki é nossa projeção, nossa representação virtual viva das idéias, pensamentos, filosofias, pessoas, intenções e crenças. A Kiki está no Facebook e quer te ter por lá também.

A Quintal também está no Twitter (@quintalrevista) e está disponível para ser compartilhada post a post nos rodapés. Nossa intenção é estar cada vez mais online e interativa, sempre buscando a simbiose, a troca entre pensamento alternativo máximo divergentes com os ataques do pensamento convergente intenso . Se for para resumir o que queremos passar, podemos dizer, simples assim: queremos sua companhia.

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Em tempo: dica incrível da exposição que está rolando em São Paulo das obras do Keith Haring.

Segundando #2

Fiz uma breve eleição de links de alguma forma relacionados que inspiram internet afora. (…) Há algum tempo alguém inventou o “I (coração) NY” e pronto, foi o princípio de uma série de releituras para a idéia de declarar seu coração para algo.  Eu gosto de simplificar esse processo, assim:

Mas tem esse site, o Weheartit.com, que tem tanta coisa amável que fecho a janela quase acreditando que os ursinhos carinhosos existem. Na mesma pegada do weheartit, tem o FFFFOUND, já velho de guerra para quem gosta de descobrir e favoritar imagens legais.

Clicando daqui, clicando de lá, descobri os corações em vídeos: o we love stop motion, um tumblr só de stop motions (dica: assista ao vídeo do oren lavie neste link). Tomo a lberdade de compartilhar este de NYC:

Tem também outro termo-tendência que me agrada, o fuck-yeah-alguma-coisa, que talvez seja o nosso porra-alguma-coisa.

(suspiros)

Segundando

Todos os fogos de artifícios e vuvuzelas reprimidas que os brasileiros esperavam utilizar até o final da copa foram usados, aparentemente, na derrota da Argentina do sábado. Pelo menos foi assim que meus vizinhos me acordaram. No Twitter acompanhei a divisão das opiniões, ora comemorando um gol da Alemanha, ora criticando essa rivalidade “vazia” com a Argentina. Independente disso, achei esse vídeo que mostra o grau de mobilização do brasileiro em dia de jogo e achei digno compartilhar. Na pior das hipóteses, fica de sugestão gonzo para o trânsito em São Paulo e como o fim do nosso amor pelo futebol (que, sim, se resume a copa do mundo).

De volta aos nossos assuntos recorrentes, temos o graffiti. Eu sou uma fã leiga sobre o assunto, confesso. Valorizo a Choque Cultural, sou fã do ilustre desconhecido que saiu poetizando pelas ruas de que “o amor é importante porra” e tenho alguns amigos que entendem e mandam bem no assunto. Já testemunhei algumas conversas sobre o vandalismo x a arte e ouvi de uma arquiteta gabaritada que, para ela, o grafitti é a manifestação mais contemporânea de arte. Concordei. Tem esse site – o blublu.org – que é cheio de vídeos e sketchs bacanas nessa pegada. O achado do dia, no entanto, foi no site d’Os Gemeos,  que já é legal por si só e compartilhou este vídeo:

Coca-cola Azul (e mais)

Tem duas coisas que eu respeito muito: o manual de utilização das cores e logos de uma marca e a Coca-Cola. A princípio uma coisa não tem muito a ver com a outra, mas vai fazer sentido, prometo.

No manual, tem todo um conceito embutido de imagem, identidade e de agregar valores tangíveis e intangíveis. A Coca-Cola, por sua vez, é tão boa que eu até ignoro que faça mal à saúde. Até a Vanessa mandar esse link, eu mataria e morreria pela certeza de que a Coca-Cola tem seu logo clássico vermelho e branco e that’s all folks. Mas não. A Coca-Cola pode, eventualmente, ser azul. No tradicional festival de Parintins,  os bois Caprichoso e Garantido tem suas torcidas muito bem definidas e suas representações nas cores azul e vermelho. Ao considerar a importância disso na cultura local, a marca conseguiu autorização para utilizar o logo nas duas variações das cores.

Numa aula sobre cultura organizacional, tive um professor que elaborou por horas a importância de se considerar fatores históricos, técnicos e de osmose geográfica. Taí um exemplo ótimo disso.

E, apesar do meu puxa-saquismo para a Coca-Cola, vale saber que outras empresas também adaptaram seus logos, como o Bradesco e a Eletrobrás.

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Mudando de A para B, queria compartilhar alguns links não relacionados, mas ainda assim interessantes, que pipocaram na minha internet nos últimos dias:

- Orgasmocracia, já ouviu falar? O ginecologista Gerson Lopes acredita que “o direito ao gozo não pode ser substituído pela obrigação de tê-lo. Presa nessa ditadura, a mulher não se solta no processo do brincar e o foco está no resultado (orgasmo) e não no durante. Presa ao ‘fim’ ela não curte adequadamente o ‘meio’, comprometendo o envolvimento afetivo e sexual com o parceiro“. Mulherada, o que vocês acham disso?

- RIP Chatroulette: a gente tentou acreditar no Chat Roulette, mas, como li no Twitter, “you can’t build an empire on dicks” e eis que o site morreu.

- Não basta gostar de cinema, é preciso ficar ansioso para as estréias. Primeiro foi o trailer do filme sobre o criador do Facebook, depois o do polêmico Tropa de Elite 2 e agora é a vez de se apaixonar in advance pelo novo filme da Sofia Coppola, “Somewhere”. Este último compartilho, com suspiros, aqui: