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Segundando #3 – nas redes sociais

Nunca na história deste país se falou tanto em “redes sociais” e “mídias sociais”. Quase que cansando de textos que procuram conceituar as expressões e ensinar o que é Twitter, resolvi compartilhar alguns links legais a respeito.

Primeiro, este vídeo da campanha da Sony Vaio, não tão recente, mas ainda assim muito bom, sobre viciados em mídias sociais:

(…) Um professor, há algum tempo, defendeu que todas as mídias sociais são perecíveis e que aos poucos surgirão outras que deixarão as atuais defasadas. Já testemunhamos isso com Fotolog e Orkut, por exemplo. Aproveitando que o Facebook ainda é a bola da vez, a rede está lançando uma campanha para que os usuários – agora são mais de 500 milhões pelo mundo – contem suas histórias, algo bem parecido com o que o Youtube fez e linkamos no rodapé do último post.

Do mesmo site saiu o infográfico abaixo, com os números grandiosos do Facebook. Saiu também uma pesquisa sobre as mulheres viciadas na rede. Essa pesquisa, além de interessante, confirma um pouco uma discussão com um amigo, quando falávamos da exposição na internet e do quanto a internet tem sua cota de ego e do seu impacto nos relacionamentos.

Além disso, vira e mexe surge algum link com dicas sobre como a relação mídias sociais versus trabalho. Já vi de tudo, desde pesquisa que fala que o uso das redes sociais aumenta a produtividade, até casos de demissão e processos trabalhistas em função das mesmas, isso sem falar na avalanche de especialistas / entusiastas que surgiram. Por ora, compartilho duas dicas: essa e essa.

Aos que ainda se perdem nos guidelines do que pode e o que não pode fazer quando o assunto é internet e trabalho, compartilho também este texto, há algum tempo publicado na Folha, sobre vendedores que potencializam suas vendas pela internet.

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Em tempo: deixo a dica para vocês seguirem a Kiki Bellini, o alterego deste blog no Facebook.

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Já é dia dos pais

Mal saíram das nossas vistas (e ouvidos) o comércio das vuvuzelas e o mercado já apresenta as opções de presente para os pais.  Ainda que 15 de Julho tenha sido consagrado como Dia Internacional dos Homens, o Dia dos Pais – que teve início na finada Babilônia – ainda parece ser a data mais importante para o sexo masculino.

Que o segundo domingo de Agosto, assim como todas as outras datas comemorativas, se comercializou, não é novidade. O que me parece novidade, entretanto, é o novo senhor dos tempos atuais – o mercado – tenha acelerado freneticamente o tic-tac do relógio. O consumo é ditado pela data comemorativa, entretanto, neste círculo mercantil infindável, hoje já é possível deduzirmos a data a partir do consumo, isto significa dar adeus ao calendário. Basta olhar para as vitrines e se localizar no tempo!

Neste frenesi de datas, as campanhas de comunicação que convocam o cidadão ao consumo não tem fim. Ao final de uma, engatam outra imediatamente. Daí ficar a sensação de que o tempo passa rápido, de que daqui a pouco já é Natal, e que o tempo voa. Campanhas de comunicação e marketing para consumo estão tão intensas que antecipam as datas na cabeça dos consumidores e apressam os tempos. Armadilhas – ou não – da nossa própria sociedade, tais campanhas nos pegam pelo coração, daí a dificuldade de resistir a ela. Entretanto, no fundo, o gigantesco apelo emocional volta-se mais para a conquista do bolso das mães e dos filhos do que para o afago ao papai.

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Em tempo: vocês viram “a vida em um dia“?

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FISL 2010

Começa hoje o 11º Fórum Internacional Software Livre – FISL 11, um dos maiores encontros de comunidades de softwares livres do mundo. O evento que ocorre em Porto Alegre até o dia 24/07 pretende em 2011 tornar-se uma rede social autônoma e livre, é claro!
Para superar as expectativas de ser um mero encontro em prol da tecnologia livre, este ano o FISL criou o Noosfero: a primeira plataforma web livre (e totalmente brasileira) que, através da criação de um perfil virtual multi-uso, permite que os usuários não só acompanhem o que ocorre no FISL mas também colaborem com a produção dos conteúdos.
Outra novidade deste ano é que o FISL será alvo de estudo sociológico. Sociólogos acompanharão o Festival de Cultura Livre – destaque do evento – para traçar os perfis dos usuários e defensores dos softwares livres e estudar a fundo esta comunidade.

 

Quem sabe o “compartilhamento colaborativo” e a “liberdade de propriedade” propostos pelo Fórum não ultrapassam as fronteiras virtuais e chegam à nossa sociedade?

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Campanha Limpa Brasil

Quando o assunto é meio ambiente, minha análise é de que muito se fala e quase nada se faz. Acho que ainda não conseguiram colocar este assunto com a urgência que ele precisa e confesso não ter visto nenhuma chamada realmente apelativa para tal, mas, obviamente, todo esforço é válido. Confesso ainda que estou me familiarizando com essas ferramentas modernas de manifestações, como, por exemplo, abaixo assinado via email. Me pergunto de onde vem a corrente e onde ela acaba. Já assinei algum ou outro, na pegada de “coloque seu nome neste email e encaminhe”. E?

De qualquer forma, recebo alguns emails do Greenpeace que servem de exemplo positivo, mas hoje selecionei um outro, da Atitude Brasil, responsável por organizar o Fórum de Comunicação e Sustentabilidade e que junto a parceiros de peso está organizando a campanha Limpa Brasil – Let’s do it!

O site tem mais informações, a campanha tem a benção da UNESCO, está presente nas redes sociais e visa, basicamente, mobilizar as pessoas a limparem – e a manter limpa – suas cidades. Foi no site também que descobri (e gostei) dessa frase, de autoria desconhecida: “Se pensamos que herdamos esse planeta de nosso avós e pais, estamos totalmente enganados. Pois o planeta foi-nos emprestado pelos nossos filhos e netos.

Abaixo compartilho um vídeo da galeria deles, chamado “A história das coisas”:

Visto isto, acho que aparentemente dá pra falar do assunto sem ser eco-boring, resta ver se isso impacta no resultado.

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Exemplo de vida

Semana cheia, não? Buenos Aires perto de se tornar a Las Vegas da America Latina, ecobag virando lei além de moda, mas sempre sobra espaço para espairar e se inspirar. Sou fã confessa das campanhas da Nike e da Adidas, e esta de superação vale a pena encaixar na matéria que escolhi para postar:

Eu gosto de lembrar, ou melhor, eu preciso lembrar, vez ou outra, que a vida é sutil, que menos é mais, que pequenas coisas servem de grande inspiração e coisa e  tal. Prestes a reclamar do cansaço, da sobrecarga de tarefas a fazer e papéis a se exercer, vi este link sobre pessoas que moram há 40 anos num quarto de hospital, vítimas de uma doença, que se realizam dentro de suas limitações e produzem coisas legais. Infelizmente não consigo incluir o vídeo direto aqui, mas deixei o link (acima) para quem quiser ver, o que considero um bom convite para dar vazão aos debates humanos sobre transformar limitação em superação (daí o gancho com o vídeo da Nike) e sobre entender que viver não é – ainda bem – apenas existir.

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