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  • 29jun
    Artigo sobre Artes, Exposições Por Vanessa | Volponi | Comente!

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    Mais um século separa as obras do pintor Edgar Degas da era digital. No entanto, o Museu de Arte de Denver localizado nos Estados Unidos, considerou que os dois representam um par perfeito em termos artísticos.

    Os visitantes do museu  encontram cada vez mais, recursos de tecnologia interativa espalhados entre as peças de belas artes que a instituição expõe.

    Em uma “mesa de toque” instalada nas alas destinadas à pintura europeia e dos Estados Unidos, basta um toque do visitante em uma tela de vidro para exibir uma imagem ampliada de uma obra-prima, em tamanho que permite distinguir cada pincelada.

    Na exposição chamada “Experiência Psicodélica”, os visitantes entram em uma cabine telefônica ao estilo dos anos 60, discam um par de números em um telefone público com antiquado discador rotativo e em seguida gravam lembranças de seus dias como hippies, falando a uma pequena câmera de vídeo que fica escondida na ranhura que teoricamente receberia as moedas necessárias à operação do telefone.

    As recordações podem ser enviadas ao site de vídeos YouTube, onde estarão à disposição dos demais visitantes do museu. “Estamos tentando encontrar maneiras de tornar o visitante parte da experiência do museu”, disse Bruce Wyman, diretor de tecnologia da instituição.

    Muitas das peças apresentadas com assistência tecnológica são realizadas por meio de software relativamente simples e de computadores pessoais comuns, para criar aquilo que Williams designa como “experiências interativas”.

    Inovador é a abordagem que o museu adota para combinar arte e tecnologia, e a disposição que a instituição vem exibindo de compartilhar de suas realizações com outras organizações destinadas a promover as artes em diversos locais dos Estados Unidos.

    “O Museu de Arte de Denver é um dos líderes, entre as instituições de arte, na incorporação de recursos tecnológicos inovadores a fim de auxiliar na interpretação das peças de seu acervo e exposições”, diz Eric Siegel, diretor da Galeria da Ciência de Nova York. “Embora museus dedicados à ciência já tenham tentado adotar essas abordagens, o mundo dos museus de arte vem sendo mais conservador em seus esforços de incorporação de recursos de tecnologia”.

    Desenvolver as interfaces tecnológicas é um desafio à criatividade. Mantê-las funcionando quando milhares de visitantes as manipulam é mais um obstáculo, como foi possível comprovar esta semana quando dois dos telefones da experiência psicodélica enguiçaram e a mesa de toque não estava exibindo a gama completa de cores dos quadros selecionados. “Nossa atitude é a de que devemos experimentar”, diz Wyman. “Compreendemos que nem tudo vai funcionar 100% bem o tempo todo”.

    Fonte: Adnews

  • 19jun
    Artigo sobre Comunicação, Cultura, Tendências Por Rodrigo Volponi | Volponi | 2 Comentários

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    Acompanhei a vergonhosa decisão tomada por aqueles que não fazem jus à primeira letra da sigla atualmente mais proferida por todos do meio. Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou dia 17 a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

    É com pesar que vejo a forma como futuros profissionais da área da comunicação, como nós, são vistos pelo mercado de trabalho. Acredito que estamos herdando um débito com juros provenientes de matérias, reportagens e documentários feitos no passado sem nenhum dos critérios ensinados nas faculdades.

    Dizer que o jornalismo “não depende de um conhecimento técnico específico”, como disse a advogada do Setersp, Dra. Taís Gasparian, é equivalente a dizer que meus últimos três anos de estudos e a atenção que dispensei às aulas de ética, legislação, oratória, radiojornalismo e redação foram apenas perda de tempo. E pior ainda: segundo o excelentíssimo presidente do STF e relator do caso, Gilmar Mendes, “a profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia…”.  Concordar com isso é esquecer de todos os abusos e escândalos causados por péssimos profissionais da área.

    Acredito que um diploma não isenta as pessoas da falta de critério na hora da prática diária da profissão, mas é indiscutível que ética e legislação ocupam um espaço importantíssimo na minha formação profissional, após anos sendo “marteladas” por professores aplicados.

    No caso daqueles que trabalham diretamente com a notícia, ao contrário da matemática, a ordem dos fatores altera o produto e isso é vital para a transparência dos fatos.
    Interesses pessoais à parte, vão ser raros os “botânicos” que terão a mesma habilidade para escrever notícias do que um verdadeiro profissional da área, indo na contra-mão do que disse o Procurador-Geral da República, Antonio Fernando de Souza.

    Botânico, pelo que entendo é a fonte, o especialista no assunto, setor ou área, já o jornalista é o profissional que consegue extrair o que é pertinente com poder de síntese e clareza por meio de técnicas de entrevista, pesquisas e oratória, de forma imparcial. Não é isso que é notícia?

    Como lembrou sabiamente o advogado do Fenaj, João Roberto Fontes, a profissão já foi chamada de Quarto Poder da República, será que isso já não bastaria para se definir a questão de que poder sem conhecimento específico pode ser uma arma muito perigosa?

    Pelo menos de uma coisa eu tenho certeza, quando for contratar um profissional para meu escritório de comunicação com intuito de escrever um jornal, revista, matéria, reportagem ou uma simples newsletter, terá preferência aquele com o canudo escrito JORNALISTA.

    É uma pena que daqui a alguns anos quando meu filho perguntar “o que era faculdade de jornalismo, papai?”, terei que responder, “filho, houve um tempo em que pessoas estudavam para serem melhores profissionais e cidadãos, mas isso já faz tempo…”

    Rodrigo Volponi, pai, empresário e estudante da 6ª etapa de Comunicação Social com especialização em Jornalismo das Faculdades Integradas Rio Branco.

    Trechos extraídos do texto original publicado na Folha Online em 17/06/2009

    Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas

  • 18jun
    Artigo sobre Cultura, Design, Tendências Por Vanessa e Ricardo Animal | Comente!

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    Para quem achava que o disco de vinil estava obsoleto, as vendagens nos EUA em 2008 foram uma grande surpresa.

    A indústria dos LPs cresceu 89% em relação à 2007.  Apenas em território norte-americano foram vendidos 1,8 milhão de discos de vinil. Só a reprensagem do álbum Dark Side of The Moon” do Pink Floyd vendeu 10.200 unidades e a reedição de “Abbey Road” dos Beatles vendeu 16.500 peças. O Radiohead também vendeu 25.800 cópias do seu àlbum “In Ranbows”.

    Já na Inglaterra, as gravadoras nunca deixaram o vinil morrer, principalmente pela dificuldade em pirateá-lo e pela qualidade sonora superior à da música digital.

    Artistas de renome do cenário nacional como Caetano Veloso e Lenine voltaram a lançar seus trabalhos em LPs. As grandes livrarias do Brasil voltaram a investir nos discos de vinil. Algumas como a  Livraria Cultura já tem uma sessão para os discos importados de vinil em suas lojas e vende também por meio do seu site.

    Bob Ludwig, famoso engenheiro de masterização que já trabalhou com o “Nirvana”, explicou que a maior razão da volta do vinil é a desilusão com o som do CD e do mp3: “Com o vinil, a amplitude do som é mais precisa e mais quente. O mp3 pega 90% da música e joga fora”.

    Na medida em que o CD foi substituído por uma mídia ainda mais prática e compacta para se ouvir no dia-a-dia, que é o mp3; os fãs de música passam a buscar o vinil, que vem com fotos grandes e melhor qualidade de som.

    O CD não é a melhor mídia para quem quer ouvir um bom som, não tem o charme do bolachão e nem dá o prazer de poder manipular em suas mãos o disco, colocar a agulha na faixa e assim degustar a música.  Curtir  as capas e  saber mais informações nos encartes.

    Disco de Vinil é cultura e quem é apaixonado por eles não troca jamais.

    Texto do Dj Animal

    Quer saber mais sobre vinil? Escreva para contato@ricardoanimal.com

  • 16jun
    Artigo sobre Comunicação, Publicidade Por Vanessa | Volponi | Comente!

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    O jornal Metro São Paulo terá uma edição especial que circulará durante o Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que acontece na Riviera Francesa do dia 21 a 27 de junho. Ao todo, serão sete mil exemplares

    Batizado de Metro Especial Cannes, a edição será distribuída no domingo, 15 de junho, e na quinta-feira, 19, nas imediações do Palais du Festival e em frente aos hotéis e restaurantes mais frequentados pelos mais de nove mil publicitários e jornalistas inscritos no Festival.

    A ação foi planejada pela equipe do Metro São Paulo, que contou com o apoio logístico do Metro França, que ficará a cargo da impressão. A distribuição será feita por uma equipe francesa, supervisionada pelos brasileiros que dirigem a distribuição do Metro em São Paulo.

    “O Metro é um jornal global, mas é importante salientar que este é um projeto totalmente local”, destaca Daniela Sosigan, diretora comercial do jornal. Segundo ela, a edição especial trará informações sobre a história e as tendências do Cannes Lions, a participação do Brasil, e o jurados brasileiros, que terão um papel fundamental na escolha das melhores campanhas do mundo entre as mais de 28 mil peças inscritas por agências de 85 países.

    Fonte: Redação Terra 

  • 10jun
    Artigo sobre Artes, Ilustração Por Vanessa | Volponi | Comente!

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    Não, não é mais uma ação de marketing de guerrilha e nem campanha teaser de lançamento de uma linha de produtos ou serviços de sites de relacionamento, é uma simples expressão de um artista urbano anônimo que colocou em palavras e tinta, sentimentos guardados e geralmente pouco expostos pelos habitantes de uma metrópole acelerada como São Paulo.

    O texto abaixo explica um pouco dessa expressão que já faz parte dos muros e viadutos da nossa cidade.

    “Quem mora em São Paulo, já deve ter se deparado com estra frase O Amor é Importante. Porra. Pixado nos muros da cidade. Talvez tenha sido a poesia mais bonita e direta dos último tempos. Por que grita, atordoa, pega de surpresa, fica martelando em meio a tantos pensamentos, até que vence!! E se você deixar espaço ela abre seus olhos e te volta para o amor, porque é com uma certa revolta que esse poeta anônimo pixou tantos muros e deve ter tocado tantas pessoas que na correria do dia-a-dia esquecem o quanto o amor é importante. Falo do amor grande, o amor abrangente, no dia-a-dia, o amor coletivo que transmite sem ao menos conhecer o outro. O amor pela vida, pelo planeta e pelas pessoas independente se elas fazem parte da sua vida ou não”.

    Texto extraído do blog todoamorquehouvernessavida de autoria de Gil Dantas.